segunda-feira, 26 de dezembro de 2011

Zezito Doceiro - O Poeta de Salgueiro


O poeta e cantador Zezito Doceiro, nasceu no município de Salgueiro-PE, já tem mais de 80 músicas gravadas por bandas de forró e por artistas consagrados como Dominguinhos, Maciel Melo, Adelmário Coelho, Joquinha Gonzaga, Geraldinho Lins e Amelinha. O nome doceiro veio do ofício de entregar os doces produzidos na fábrica do pai para várias cidades do Sertão nordestino. 








Em 2009, pariticipou do projeto do Governo Federal - Um Rio Melhor, Um Rio Para Todos - ao lado de outros cantadores como Maciel Melo e Petrúcio Amorim, além do poeta Antônio Marinho Neto.
Veja o vídeo abaixo:



CD Zezito Doceiro  a Tua Canção






Baixe o CD Zezito Doceiro - A Tua Canção:

 

sexta-feira, 16 de dezembro de 2011

A Privataria Tucana - Cadê os Dólares das Privatizações???

A Privataria Tucana do jornalista Amaury Ribeiro Jr.

PRIVATARIA TUCANA: LIVRO-DENÚNCIA TRAZ BASTIDORES ESPANTOSOS DE UMA ERA DE ESCÂNDALOS E CORRUPÇÃO

Com 200 páginas e 16 capítulos que jamais deixam cair seu contundente interesse, PRIVATARIA TUCANA é o resultado final de anos de investigações do repórter Amaury Ribeiro Jr. na senda da chamada Era das Privatizações, promovida pelo governo Fernando Henrique Cardoso, por intermédio de seu ministro do Planejamento, ex-governador de São Paulo, José Serra. A expressão “privataria”, cunhada pelo jornalista Elio Gaspari e utilizada por Ribeiro Jr., faz um resumo feliz e engenhoso do que foi a verdadeira pirataria praticada com o dinheiro público em benefício de fortunas privadas, por meio das chamadas “offshores”, empresas de fachada do Caribe, região tradicional e historicamente dominada pela pirataria.
Essa “privataria” toda foi descoberta num vasto novelo cujo fio inicial foi puxado pelo repórter quando ele esteve a serviço de uma reportagem investigativa, encomendada pelo jornal “Estado de Minas”, sobre uma rede de espionagem estimulada pelo ex-governador paulista José Serra para levantar um dossiê contra o ex-governador mineiro Aécio Neves, que estaria tendo romances discretos no Rio de Janeiro. O dossiê teria a finalidade de desacreditar o ex-governador mineiro na disputa interna do PSDB pela indicação ao candidato à Presidência da República, e levou Ribeiro Jr. a uma série de investigações muito mais amplas, envolvendo Ricardo Sérgio de Oliveira, ex-tesoureiro das campanhas de José Serra e Fernando Henrique Cardoso, o próprio Serra e três de seus parentes: Verônica Serra, sua filha, o genro Alexandre Bourgeois e o primo Gregório Marín Preciado. Serra e seu clã são o assunto central do livro, mas as ramificações e consequências sociais e políticas das práticas que eles adotam são vastas e fazem com que o leitor comum fique, no mínimo, estupefato.
Sem dúvida, o brasileiro padrão, mediano, que paga seus impostos, trabalha dignamente e luta pela vida com dificuldades imensas estará longe de compreender o complexo mundo de aparências e essências, fachadas e bastidores da corrupção política e empresarial, e toda a sofisticação desses crimes públicos que passam por “lavanderias” no Caribe, e, neste caso, o estilo objetivo e jornalístico de Amaury Ribeiro Jr. é de grande ajuda para que as ações pareçam inteligíveis para qualquer pessoa mais instruída.
Um dos principais méritos do livro é descrever toda a trajetória que o dinheiro ilícito faz, das “offshores” a empresas de fachadas no Brasil, e da subsequente “internação” desse dinheiro nas fortunas pessoais dos envolvidos. Neste ponto, o livro de Ribeiro Jr., embora não tenha nada de fictício, segue a trilha de livros policiais e thrillers sobre corrupção e bastidores da política, já que o leitor pode acompanhar o emaranhado e sentir-se recompensado pelo entendimento. O livro, aliás, tem um início que de cara convida o leitor a uma grande jornada de leitura informativa e empolgante, revelando como Ribeiro Jr., ao fazer uma reportagem sobre o narcotráfico na periferia de Brasília, a serviço do “Correio Braziliense”, sofreu um atentado que quase o matou e, descansando desse atentado, voltou tempos depois a um jornal do mesmo grupo, “O Estado de Minas”, para ser incumbido de investigar a rede de espionagem estimulada por Serra, mencionada no início. É o ponto de partida para tudo.
O que este PRIVATARIA TUCANA nos traz é uma visão contundente e realista como poucas dos bastidores do Brasil político/empresarial. O desencanto popular com a classe política, nas últimas décadas, acentua-se dia após dia, e um livro como este só faz reforçá-lo. Para isso, oferece todo um manancial de informações e revelações para que o leitor perceba onde foi iludido e onde pode ainda crer na humanidade, pois, se a classe política sai muito mal, respingando lama, dessas páginas, ao menos o jornalismo investigativo, honesto e necessário, prova que os crimes de homens públicos e notórios não ficam para sempre convenientemente obscurecidos. Há quem os desvende. E quem tenha coragem de revelá-los.

Fonte: http://bloggeracaoeditorial.com/2011/12/12/a-privataria-tucana-do-jornalista-amaury-ribeiro-jr/





Vídeo:



Baixe o livro "A Privataria Tucana" no formato pdf no link abaixo:
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quarta-feira, 16 de novembro de 2011

A farsa do governo Eduardo Campos

Por Edilson Silva

A imprensa desta semana estampou a face de um governador aberto em sorriso com a aprovação altíssima de seu governo. Mais de 80%. Os números têm a magia de arrogarem-se incontestes, irrefutáveis. São a base das ciências que não exigem maiores níveis de abstração na busca de verdades e certezas. São para se panfletar à vontade. Positivismo de pior tipo.

E é nisso que o governo e seus porta-vozes se esbaldam. Esses números servem para submeter ainda mais os puxa-sacos - imprensa incluída -; servem para tentar intimidar a oposição e amealhar novos subalternos; e servem, no caso específico em tela, para ir cacifando o governador em sua indisfarçável tentativa de alçar vôos nacionais.

Mas este filme dos altos índices de aprovação já foi visto no Brasil e no mundo, em muitas outras ocasiões. Com crescimento econômico e geração de empregos, muitos absurdos já foram cometidos no nosso país, e seus patrocinadores depois caíram no ostracismo, deixando o buraco para as gerações futuras. O roteiro do governo Eduardo Campos não é original.

O avô do governador mesmo, o velho Arraes – um grande brasileiro -, foi cassado por um regime que gozava de inegável apoio popular e fazia propagandas triunfalistas: “Eu te amo, meu Brasil, eu te amo... meu coração é verde, amarelo, branco, azul anil...” (http://www.youtube.com/watch?v=J-c-__IhzqI&feature=related). Ou então: “Este é um país que vai pra frente...” (http://www.youtube.com/watch?v=VITtfvWM-mg), quase sempre na voz alugada d’Os Incríveis. Economia crescendo, empregos, povo alegre, mas o país submetendo-se aos interesses antinacionais e os descontentes sendo assassinados em porões da ditadura que, anos depois, foi enxotada pela mobilização popular, combinando luta por democracia e contra a crise econômica.

Em tempos menos remotos, vimos a supremacia de FHC em nível nacional, a força de Jarbas Vasconcelos em Pernambuco. Hoje estas lideranças de outrora já não são assim, digamos, tão triunfantes. Ou seja, os números em política podem ser fotografias maquiadas, e bem maquiadas. Podem revelar tão somente a sensação superficial, a epiderme do sentimento popular, que, como na ditadura, podem ser manipulados. E quando sabemos que as pesquisas são produtos encomendados, que dificilmente serão elaborados a contragosto do cliente, as razões para ligar o desconfiometro devem ser redobradas.

O governo Eduardo Campos é o campeão da maquiagem. Suas peças publicitárias são uma farsa. Os números apresentados da escola pública descaradamente não se referem a todas as escolas, mas tão somente às de referência. O texto na TV é rápido, ligeiro o suficiente para confundir e esconder que em Pernambuco a escola pública fundamental deixou de ser universal, para ser focada em grupos minoritários.

As peças publicitárias da saúde vão no mesmo caminho. Número de aumento de “profissionais de saúde” são mostrados, mas quantos por concurso público? Quantos são, na verdade, contratados em manobras não republicanas, por convites, recolocando nosso Estado no período prévio à Constituição de 1988, quando a sociedade conquistou a positivação constitucional de que só trabalha no serviço público servidor contratado mediante concurso? Reparem nas peças da segurança pública. As manobras se repetem.

Os números apresentados, tanto pelas peças publicitárias quanto pelas “pesquisas”, estão a serviço da maquiagem de um fenômeno relativamente novo na política brasileira: as oligarquias com discurso de esquerda. É o patrimonialismo “moderno”, é a nova direita pós-neoliberal, o anti-republicanismo que faz questão de confundir democracia com ineficiência, por um lado, e ordem e eficiência com ausência de república, de outro.

Assim, bandeiras como participação popular e controle social são associadas ao atraso. O slogan “deixa o homem trabalhar” (sem atrapalhar, logo, sem participar, criticar, fiscalizar) é parte desta estratégia que se vê em várias gestões Brasil a fora.

É curioso que no mesmo momento que o governo “ostente” níveis tão altos de aprovação, um dos cientistas sociais mais respeitados em nosso estado, dos mais insuspeitos, escreva um artigo tão na contra-mão da euforia. Refiro-me a Michel Zaidan Filho, que escreveu um texto, Natureza e Entropia (http://edilsonpsol.blogspot.com/2011/08/natureza-e-entropia.html), em que discorre com maestria sobre as opções antiecológicas do governo Eduardo Campos.

O texto mostra que hoje quem está nos porões da ditadura do crescimento irracional é a natureza, pendurada num “pau-de-arara”, e as ações políticas de antes, são hoje as enchentes, deslizamentos, o aquecimento global. Façamos como a natureza: não nos submetamos aos números.




Presidente do PSOL-PE

segunda-feira, 31 de outubro de 2011

31 de outubro Dia D - D de Drummond.

Espalhe-se a ideia, tão simples quanto ambiciosa: transformar o dia 31 de outubro, data de nascimento de Carlos Drummond de Andrade, num dia de grande comemoração.
Nas escolas, universidades, livrarias, bares, museus, TVs, rádios, centros culturais e mesmo em solidão, não importa onde e como, que todos se lembrem de festejar Drummond e a sua poesia.
Um outro dia D, para apagar a guerra e saudar a liberdade, a imaginação, a aliança entre os homens de boa palavra.
Dia de festa, para a qual outros poetas devem ser convidados, claro. D é dia de todos, dia dado de bom grado por aquele que nos deu A rosa do povo, Claro enigma, A vida passada a limpo e tantas outras maravilhas.
Dia D. Dia de Drummond

Fonte: http://diadrummond.ims.uol.com.br/


POEMA DE SETE FACES

Quando nasci, um anjo torto
desses que vivem na sombra
disse: Vai, Carlos! ser gauche na vida.


As casas espiam os homens
que correm atrás de mulheres.
A tarde talvez fosse azul,
não houvesse tantos desejos.


O bonde passa cheio de pernas:
pernas brancas pretas amarelas.
Para que tanta perna, meu Deus, pergunta meu coração.
Porém meus olhos
não perguntam nada.


O homem atrás do bigode
é serio, simples e forte.
Quase não conversa.
Tem poucos, raros amigos
o homem atrás dos óculos e do bigode.


Meu Deus, por que me abandonaste
se sabias que eu não era Deus
se sabias que eu era fraco.


Mundo mundo vasto mundo,
se eu me chamasse Raimundo
seria uma rima, não seria uma solução.
Mundo mundo vasto mundo,
mais vasto é meu coração.


Eu não devia te dizer
mas essa lua
mas esse conhaque
botam a gente comovido como o diabo.


Carlos Drummond de Andrade


domingo, 30 de outubro de 2011

Drummond por Belchior


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O AUTOR de “A Rosa do Povo”: encontro com Belchior no Rio de Janeiro do final dos anos 70
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ALGUNS DOS 31 retratos de Drummond pela pena do Belchior artista plástico: faltou coragem para entregar o presente ao poeta
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Completam-se hoje 109 anos desde o nascimento de Carlos Drummond de Andrade, por muitos considerado o mais importante poeta do modernismo brasileiro. Em 2004 foi lançado um cd  de Antônio Carlos Belchior com vários poemas musicados e gravados no cd - As Várias Caras de Drummond pelo  “Sentimental - A Arte Poética e a Música Barata de Antônio Carlos Belchior Drummond de Andrade”

No final da década de 70, o cantor conheceu o poeta Carlos Drummond de Andrade no Rio de Janeiro, entre uma caminhada e outra no calçadão de Copacabana. Meio sem jeito, Belchior, que também se chama Carlos, não se sentiu à vontade para estar com o poeta. “Não costumo me aproximar dos meus ídolos. Tenho uma relação platônica com eles”, contou, em entrevista ao Caderno 3.

Para não pôr fim ao encanto? Talvez, Belchior diria. Ainda na excitação de ter visto o poeta, o cantor, que também é artista plástico, concebeu nada menos que 31desenhos e pinturas de Drummond e lhe presenteou com o disco “A Palo Seco”, por intermédio de um amigo comum. Pelo disco, Belchior receberia dias depois um bilhete elogioso do poeta. Pelos desenhos... Bem, os desenhos foram engavetados. Faltou coragem para entregá-los ao poeta.

O projeto teve início no anode 2002, quando Belchior esteve na terra natal de Drummond, Itabira, em Minas Gerais. Silva Belchior (isso mesmo, Belchior), da coordenação da Fundação Carlos Drummond, convidou o cantor para participar da programação do centenário do poeta. Na ocasião, o músico sobralense não só recitou os poemas do itabirano, como pensou na idéia de vê-los musicados, ladeando os desenhos engavetados. O trabalho rendeu viagens ao exterior, incluindo Alemanha, onde Belchior foi convidado a apresentar a exposição na Universidade Livre. “Eu tive oportunidade de apresentar o Brasil não oficial para os europeus”, diz. A Itália foi outro outro rumo certo onde o cantor apresentou os poemas de Drummond.
O álbum “Sentimental ...” é composto de 36 músicas e 31desenhos. Belchior diz que procurou poemas menores e menos óbvios, como os versos eróticos do livro “Corpo”. “Outro critério de escolha foi incluir poemas que falam da província e da cidade grande. Um tema recorrente na minha música”, complementa. Apostando que o casamento da poesia e da música, mais uma vez, daria certo. Feito “cantiga de amor sem eira nem beira”...
Edma Cristina de Góis
Da Editoria do Caderno 3






Poemas de Carlos Drummond de Andrade musicados por Belchior:

CD 1:

1-Sentimental
2-Lagoa
3-Concerto
4-Cota zero
5-Liquidação
6-Perguntas em forma de cavalo-marinho
7-Quando desejos outros é que falam
8-Toada de amor
9-Lanterna Mágica
10-Orion
11-Poema que aconteceu
12-Também já fui brasileiro
13-O passarinho dela
14-Ar
15-Política literária
16-Poesia

CD 2:

1-A música barata
2-Arte poética
3-Os inocentes do Leblon
4-Quero me casar
5-Cidadezinha qualquer
6-Cantiguinha
7-Boca
8-Ainda que mal
9-Procuro uma alegria
10-Serenata
11-Nova canção do exílio
12-Sweet home
13-Rosa rosae
14-Mosaico de Manoel Bandeira
15-No banco de jardim

quinta-feira, 18 de agosto de 2011

GILDO MORENO (GILDÃO)


Gildivan Moreno de Souza, filho de Antônio Moreno de Souza e Maria Luiza do Amparo, nasceu em Belém de São Francisco-PE no dia 21 de dezembro de 1945. Herdou de seu pai os dotes musicais, pois começou a tocar sanfona com 9 anos de idade, e aos 12 anos por se revelar um imitador com muita perfeição do cantor Luiz Gonzaga “Rei do Baião” foi presenteado por seu pai com uma sanfona de 48 baixos.
Gildão, como era carinhosamente conhecido, ingressou em um circo chamado São Raimundo, aos 15 anos de idade, sua terra natal, tal seu desempenho musical, recebeu o honroso convite do “Rei do Baião” de passagem por esta cidade, para acompanha-lo em suas andanças até o Rio de Janeiro, reconhecendo o seu talento admirável pela sua pouca idade. Fundou a sua própria banda musical conhecida como “Os Sombras”, que foi sucesso por muito tempo em toda a região pernambucana, baiana e na Paraíba. A partir daí a Banda recebeu o nome de “Super Som 3° Grau”, época em que gravou o seu primeiro compacto musical intitulado Ritmos. Gildo Moreno contraiu núpcias com a professora Araci Alves Pereira, posteriormente de um segundo relacionamento com a Senhora Maria da Conceição Silva fluíram 3 filhos: Raimundo Nonato da Silva, Regilsa Nayra da Silva Souza e Rildivam Ney da Silva Souza.
Na história da cultura de Belém, prescreve-se um capítulo de reconhecimento ao cantor, compositor e apresentador de eventos (locutor), merecendo ressaltar a sua participação especial, quando na fundação da Rádio Educadora, teve o privilégio de ser o primeiro a apresentar o programa “Entardecer na Fazenda”, durante 5 anos, alcançando a maior audiência de nossa região.
Gildo Moreno, pessoa simples, alegre, amigo e cidadão leal encantava a todos pela sua bela voz, com o seu espírito de promover alegria, conquistou a amizade e o respeito dos belemitas, sendo relevante destacar a sua colaboração para o desenvolvimento do esporte, na qualidade de técnico do Grêmio, time que foi por muito tempo consagrado a seleção de nossa Belém.
Em 2001, Gildivan Moreno de Souza deixa a sua terra natal e parte em busca de aprimorar o seu dom e suas qualidades artísticas, passando a residir em Arcoverde, resultando na realização de seus objetivos. Participou de vários programas de televisão, divulgando música nordestina, na TV Diário, em Forrobodó, nordestinando com Sirano e Sirino, dentre outros, gravação e divulgação de Cds. Ao longo de sua carreira gravou 2 compactos, 4 LPs e 4 Cds, sendo um deles gravado ao vivo.
Nas comemorações do centenário de Belém, em Maio de 2003, Gildo Moreno foi uma das atrações e em praça pública fez uma grande apresentação, interagindo com o público como sempre fazia e com a presença de palco e simpatia habitual. Aquele show seria sua última performance na sua terra, uma despedida digna do grande artista que sempre foi; agasalhado com o gibão, chapéu de couro, abraçado com a sanfona e soltando sua inconfundível voz para uma plateia que lotava a avenida, reverenciando um legítimo herdeiro do reino de Gonzagão.

“Vai boiadeiro que a noite já vem
Belém do São Francisco, receba meus parabéns(...)”
Gildo Moreno na sua última apresentação no centenário de Belém em maio de 2003



Gildo Moreno na festa de aniversário do Rei Gonzagão:


Baixe músicas de Gildo Moreno nos links abaixo:
01 Saudade Marcolino.mp3
02 Cantador.mp3
03 Da-lhe, da-lhe.mp3
04 Jeito Maroto.mp3
05 Minha estrada, meu caminho.mp3
06 Passarinho Cantador.mp3